segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Circuito Pop Marketing 2013


2013 está começando e, com ele, uma nova realidade para o mercado do Ceará. Novos desafios para o varejo, novos argumentos para a propaganda, novas estratégias para os profissionais de marketing ,e um novo público consumidor surge diante do novo cenário econômico do Brasil.

O Circuito Pop Marketig 2013 tem o objetivo de apresentar alguns desafios para este novo ano e, para cada desafio, uma série de possibilidades estratégicas para as nossas empresas.

Venha e traga toda a sua turma. Os eventos serão realizados no Auditório Teatro da Livraria Cultura Fortaleza (AV. Dom Luis, 1010), nos dias 22, 23 e 24 de janeiro com algumas novidades.

Uma delas é o novo horário para os nossos encontros. Neste ano, o início de cada apresentação será a partir das 19:30h.

Outra novidade é que teremos convidados especiais para debatermos novas visões diante desse cenário que a sociedade brasileira está vivendo.

Não será necessário fazer inscrições, e a entrada é franca. Para os participantes de cada apresentação, será oferecido certificado digital para a confirmação de sua presença. As informações para a solicitação dos certificados serão explicadas após cada apresentação.

Circuito Pop Marketing 2013 :: Programação:

Dia 22 de janeiro

Tema: O Plano C do Marketing e a nova Classe Média do Brasil

Dia 23 de janeiro

Tema: Marketing do Varejo e os Desafios para 2013

Dia 24 de janeiro

Tema: O Profissional de Marketing e os Desafios para um novo Mercado
...

Início de cada apresentação em novo horário: a partir das 19:30h

Debatedor e Mediador: Fábio Mesquita Torres

Aguarde confirmação de convidados no Blog: graonovo.blogspot.com.br

Logo abaixo tem um link para o vídeo convite.




quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Humanos são Guerreiros

Há alguns dias eu me deparei numa Page do Facebook e a emoção me tomou conta.
A página é Diário de um Leucêmico onde Fábio (veja o perfil no Facebook) relata o dia a dia de sua luta contra a Leucemia.

Nessas horas eu relembro quando eu era criança e tive que lutar contra uma leishmaniose que me sobreveio aos 8,9 anos de idade... Meu tratamento era no setor de oncologia. Vi de criancinhas a velhinhos todos na mesma situação. Foi um dos fatores que me fizeram amadurecer mais cedo que os demais colegas: a vontade de viver de verdade, fora do hospital.

Conhecer a história do Fábio me fez parar e pensar: "Puxa, como continuar vivendo apenas com um desejo, o da cura?". Nesse momento a gratidão, a saúde, o equilíbrio são vistos como as mais valiosas bênçãos. Afinal, se temos saúde e força nas pernas poderemos correr atrás de nossos ideais.


E nesse contexto eu decidi e nos próximos dias irei ao Hemoce, aqui em Fortaleza fazer meu cadastro como doador de medula óssea e sangue.

Vamos abraçar essa causa, gente!


Fábio que a saúde venha logo!

Você é um heroi!
Que Deus nos ilumine.

Coaching - Como o conheci. Parte 1.

Eu descobri as primeiras definições de Coaching em uma disciplina da faculdade onde discutíamos um RH estratégico, um estudo de casos de umas empresas americanas que não me recordo muito bem.
Comecei a observar que a primícia se repetia muito quando se falava em performance, lucratividade e felicidade no trabalho. Mas apenas numa outra disciplina, com uma professora incrível de Psicologia que novamente o termo Coaching reacendeu minha atenção.

Procurei no Google e  vi exemplos de executivos, analistas, CEO's e profissionais estratégicos que já estava aplicando esse contexto do conhecimento. Isso era em 2008, mas desde lá, fiquei impactado como a relação de felicidade no trabalho- pessoas eficientes e bem remuneradas - lucratividade da empresa.

Depois, descobri que não somente as pessoas jurídicas e seus setores estratégicos podiam usufruir do processo de descobertas de potencialidades e que as pessoas físicas, de carne e osso como eu, cheias de sonhos, projetos (pelo menos mentais), não somente podiam, mas todos deveriam ter a oportunidade de conversar com um profissional da área.

Passaram anos, terminei a graduação, mas como sempre me interessei mais pela área de Recursos Humanos e Marketing, sempre lia a respeito nos sites das escolas mais conhecidas, e vira e mexe os artigos que mais considerava vanguardistas eram assinados por "Coaches".

Então percebi que ser um profissional que ajuda outros a serem mais ousados e sinceros com seus objetivos, que ajudam empresas a serem mais fieis aos seus planos de negócios e fazer com que o lucro seja real nas organizações de quaisquer áreas, era o que eu queria ser. Afinal, eu escolhi o curso de Administração porque sempre gostei do mundo corporativo, babava ao ver aqueles "gurus" e economistas, empreendedores e pessoas simples que "acertavam em suas decisões"...


Passaram mais uns anos e "por mera conjugação de forças" (vou assim chamar), eu tive a oportunidade de trabalhar numa instituição de ensino, onde ainda presto serviços, quando o gerente tinha feito uma seleção para assistentes comerciais para montar aqui em Fortaleza uma turma de formação em Coaching. Fiquei maravilhado! O incrível que ler sobre Coaching já é incrível, mas eu queria sentir na pele como era "a coisa toda".

Em fim, depois de dias eu conversei com a Coach Vanessa Freitas que também é professora e foi a minha mestre... Quando a vi, já fui perguntando se o Coaching era esse milagre mesmo que eu lia...

Mais dias e dias passaram e eu comecei a fazer o curso. Foi só aí que lembrei que anos atrás eu pensei em fazer este curso, mesmo sem conhecer como hoje o vejo... Pensar é ou não energia? (Risos)

Após passar pelo processo de formação e analisar o quanto evoluí e tive saltos incríveis de consciência, de dinheiro (ainda to começando, quero mais e mais), de percepção, de empoderamento e felicidade... Pude perceber que aquilo que muitas vezes chamei de "modinha", que não dava muito crédito porque qualquer podia "falar de auto-ajuda" e dizer baboseiras, caiu no chão.

Coaching de fato nem sequer passa perto disso.

Coaching é poder. Coaching é simples. Coaching é poderoso.

Não é terapia, não é aconselhamento... E este segundo foi o que mais me chamou atenção porque eu nunca gostei de "fórmulas mágicas". O Coaching me ensino a ser mais fiel aos MEUS valores. Ele me fez ver que eu posso sim fazer e ser aquilo que eu, racional e mensuravelmente desejo.

Hoje, permaneço estudando muito, fazendo contatos com profissionais da área e aplico as ferramentas diariamente na minha vida e nos meus clientes e alunos.


O intuito desse simples texto é lhe apresentar de forma simples  e sem pretensão comercial o que eu vivi após o Coaching.

Vamos aprofundar o assunto? Envie e-mail para <jig.albuquerque@gmail.com>.

Logo postarei a 2ª parte.







quarta-feira, 4 de julho de 2012

O que você quer para você?



Nos últimos dias tenho tido experiências primorosas que me elucidaram uma veia de gratidão maior pelo que venho conquistando.
Nos últimos meses tenho passado por transformações em todas as áreas da minha vida.
Troquei de emprego várias vezes, mudei de opinião mais de uma centena, mudei de cidade, mudei de ciclos, de ideias e enfim, pude focar naquilo que sempre gostei de fazer: ajudar pessoas a serem melhores. Na verdade é uma procura pessoal, a de ser melhor.
Mas se você parar para pensar, existem muitos postos de trabalho que eu poderia me propor a fazer isto, concordam?
O fato é que eu sempre gostei de me pôr à frente de projetos, de meter a mão na massa, de ver resultados palpáveis. Fato também é que nem sempre os resultados aparecem em curto prazo. E isso demanda de nós paciência e acreditar que tudo vai dar certo.
Eu então resolvi mudar tudo de uma vez! Morrendo de medo, cheio de insegurança, de incertezas...
Deixei emprego de quatro anos, amigos de uma vida toda, “sonhos” que não faziam sentido e talvez fossem implantados em mim por outros... De fato eu nunca projetei uma vida para mim sem um trabalho/emprego que me trouxesse felicidade, alegria e que me ofertasse meios de progresso.
O primeiro fator foi escolher a graduação, o curso, a instituição. Depois os meses passaram, as dúvidas aumentaram, as variáveis que afetam as escolhas aumentaram. Na mesma proporção minha visão de mim mesmo mudou. Será que estava fazendo as escolhas certas? Será que estou dando meu melhor? Será que eu estou fazendo da vida mais poesia do que ela é?...
Anos se passaram e hoje descobri que fazia uma espécie de auto-coaching.
A insatisfação nunca afetou tanto minhas relações, mas houve datas que marcaram e foram molas propulsoras de tomadas de decisão. Decisões que assinalaram a vida que hoje estou tendo.
No trabalho, em um departamento público de uma cidade pequena, onde ideias não puderam sair do papel, projetos que nunca foram aceitos, pessoas que deixaram de ser beneficiadas. O que aprendi lá? O que posso hoje ver sem me queixar como outrora? A resposta mais nítida para mim é a seguinte: eu nasci com uma dose de inconformismo acentuada e uma alma inquieta que precisava avançar, precisava de parcerias e de grupos que querem o mesmo que eu. Então lá não seria possível.
No aspecto pessoal, namoros que aconteceram e findaram – eu que pensava me casar aos 22 anos (risos).
Passei meses na procura de oportunidades. Fiz cursos, ia a eventos de Marketing, Gestão, Educação...
Então, a vida cooperou comigo e um grande acontecimento fez com que laços fossem desatados. Parti.
No início nada aconteceu como previ, como projetei. Boa parte aconteceu melhor, diferente e hoje creio que foi da melhor forma.
O que sempre finquei como assunto de total relevância foi felicidade e continuo fazendo isso.
Nos primeiros meses, já com o curso de bacharelado em Administração findando e com minha insatisfação e faro para opinar, entrei em empresas que ainda não sabem ver as pessoas como seu capital de maior valia. Atuei em vendas, em shopping e me deparei com perfis que não são social e intelectualmente compatíveis com o que quero para mim.
Depois fui para setor de Educação superior, também vendas, mas onde podia utilizar a tecnologia e o Marketing que tanto me fascinam.
Meses de muito trabalho me trouxeram experiência e enxerguei que estava um passo a frente do modo de atuação. Ou seja, não podia fazer tudo o que sei, seria limitante e mais uma vez me senti “acuado” com o clima organizacional pouco produtivo.
Mas mais uma vez a vida me surpreendeu e minhas amizades, que estratégica e profissionalmente costumamos chamar de networking, dera-me a oportunidade de me encontrar.
Engajei então um trabalho se suporte a educação superior. Houve o momento então da epifania: “cara, é isso!”.
Meses depois, graças a muitas conversas e análises, deixei os demais compromissos e hoje me dedico exclusivamente à educação e ao preparo de jovens para o mercado de trabalho.
Bom, tantas palavras para se chegar ao que vim dizer.
Essa postagem é para você que se sente perdido, que não sabe qual carreira seguir, qual curso fazer, qual instituição. Acredite que, não somente o primeiro, mas os demais, dependem de você.
O primeiro passo é parar. Parar e se perguntar “onde quer chegar?”, “o que preciso em curto prazo?”, “quais vagas de emprego estão sendo ofertadas?.”
Acredite quando você se fizer essas perguntas você já deixou meia dúzia de pessoas para trás (se a vida fosse uma competição aberta).
Quando me engajo para uma análise das oportunidades possíveis, já tenho como pré-formar um ideal.
Depois disso é listar, é tentar e partir para a ação.

Nos últimos dias, já em sala, diante de tantas mentes e de olhos que me veem dos pés a cabeça e me analisam dispostos a apontar qualquer vacilo, erro gramatical ou mesmo a forma de eu articular, percebo como são tantos os que ainda não tem a graça de fazer o que gostam e, pior ainda, encontro tantos que nem sabem se gostam de fazer algo!
Estou em um momento feliz, de adaptações, de desafios. O maior deles é fazer com que uma hora e meia, duas horas ou três sejam de impacto na vida das pessoas que esperam algo de bom nas aulas das instituições onde presto o meu serviço. Fazer ou simplesmente ajudar a orientar as pessoas.
Encontrar meios divertidos, motivadores, cativantes e que fisguem a atenção são o maior dos desafios, pois cada grupo tem um perfil, peculiaridade e maturidade distintas.
Você que está findando o ensino médio, entrando no superior, ou concluindo o curso (licenciatura, bacharelado ou tecnológico). Você que já tem décadas de experiência no mercado, não importa. Todos nós queremos novidade de vida, queremos nos sentir bem. Bem remunerados, bem felizes, bem avaliados.
Diante de um mundo que nos cobra tantas habilidades, de qual outra forma iremos adquiri-las se não estudarmos, interagirmos com pessoas que entendem do assunto “x”, criar uma cadeia de conhecimento e de boas relações que nos impulsem a conquistar o posto desejado?

Um dos assuntos que irei abordar neste espaço é justamente o de inserção e felicidade no mercado de trabalho.
Espero sua interação. Vamos juntos!






sexta-feira, 15 de junho de 2012

Marketing X Morte



As campanhas dos serviços funerários quase sempre são motivos de certo desconforto. 
Este é causado pelo desconforto próprio de quem teme morrer, fato de simples compreensão, pois envolve todos nós que estamos vivos. 

As empresas que prestam serviço funeral têm que atentarem bem para o modo de abordagem dos clientes que as contratam, uma vez que o serviço não é algo que possamos dizer “positivo” e possível de fazer promoções que animem uma pessoa a comprar um pacote do serviço.
Esse modo se atrair a atenção tem que ser feita com muito bom-senso, pois envolve uma questão da sensibilidade humana.
Vamos decorrer sobre algumas ideias de quem atua no ramo. Há desde aqueles erros macabros, mas também há ideias criativas de quem vê esse segmento como carente de ideias, como aqueles que nem sequer utilizam de propagandas porque veem que não há necessidade (acredite!), uma vez que a morte é uma eventualidade e querendo ou não, ela chega...
Existem empresas que oferecem somente os caixões, as que oferecem além dos materiais do funeral, serviços de necromaquiagem, atendimento nas cerimônias, como aquelas que ofertam os espaços em terrenos e cemitérios particulares.
Você já parou para pensar sobre o modo que algumas empresas do ramo vendem seus serviços?

A atividade funerária é milenar e acompanha a existência humana desde o princípio. O amor pelo semelhante; o respeito e a solidariedade entre seres humanos, os sentimentos de dor e de saudades são forças naturais imorredouras que impulsionam o homem a cultuar seus mortos no desejo de perpetuar sua memória. 
E nestes momentos difíceis da separação sempre presente está o coração abnegado e respeitoso daqueles que aliviam a dor dos que ficam e pranteiam o inevitável confronto com a morte de seus entes queridos. 
Baseando nesse conceito, a sua melhor forma de fazer marketing será sem duvida o bom atendimento, o boca a boca.

Outras dicas, seus carros fúnebres, uniformes de funcionários, fachada da loja, anúncio dos obituários em jornais, televisão, campanhas em dias de finados, etc.
Outra oportunidade pode ser fazer o marketing da empresa funerária utilizando recursos que priorizam a vida, como impressos e envelopes de correspondência com mensagens sugestivas para doação de sangue, calendários de parede com informações alusivas ao ra
mo, bonés, canetas de bolso, patrocínios de eventos locais voltados a trabalhos solidários, camisetas, faixas, etc.
Cada região tem suas peculiaridades e este serviço, como qualquer outro, é abordado de forma distinta, adequando-se ao público local.
Veja os casos abaixo.
Humor
  • ''Não tenha pressa, mas quando for vá de primeira.''
  • Um cemitério colocou um outdoor ao lado de outro de uma operadora de celular que anunciava “Vivo, a partir de R$ 200”. Ele usava o mesmo boneco da empresa de telefonia, acompanhado dos dizeres “Morto, a partir de R$ 3 mil”. Isso no Rio de Janeiro.
  • “Quem é vivo compra agora”. Plano da Paz, Fortaleza.
Bem-estar para os que ficam vivos
  • ‘‘A solução moderna para um velho problema’’. A proposta era representar o conceito de cemitérios-parque, importado dos Estados Unidos. ‘‘Todo mundo tinha aquela idéia dos cemitérios públicos, naquele ambiente feio e triste. O ambiente mais alegre, com um campo florido e árvores, ajuda a confortar a família. Tem gente que até vem correr aqui de manhã’’, comenta, citando o caso dos corredores que recentemente viraram tema de reportagem na TV. – Jardim da Saudade, com sede em Curitiba e unidades em Pinhais e Blumenau, além do Crematorium Metropolitan também na capital paranaense. Hoje a empresa atua com o slogan ‘‘Tranqüilidade para quem fica’’, em uma propaganda que está sendo anunciada nas rádios. ‘‘No momento difícil, os gastos já são muitos e é complicado para sair em busca de um lote. Por isso, buscamos que as pessoas façam previdência. ’’ No caso da cremação, o custo de R$ 3.150 pode ser parcelado em até 24 vezes.

Pensamento ecológico
  • ''Respeito ao ser humano e à natureza'', do Cemitério Ecológico Jardim da Colina, divulgado nos automóveis da empresa.

A urna ecológica - Se você já teve um filho e escreveu um livro, pode ficar tranquilo, deixando a árvore sob responsabilidade dos descendentes. À venda na Funerária Paranaense, a urna ecológica, feita de fibras orgânicas, é biodegradável. Ela acompanha terra e sementes de árvores que dão flores.

Outro aspecto importante são os sites das empresas que mantém a ideia de trazer conforto às famílias: jardins verdes, pessoas sorridentes e de roupas claras.
Veja as figuras abaixo a campanha de publicidade lançada no México. 





Imagens livres da Internet.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Organizações arcaicas em um mundo novo



Nos últimos dias fiquei avaliando com base em artigos de sites, revistas e aulas de professores que assisto como ainda a gestão das organizações, é incongruente.
Diante de um mundo onde as transformações são constantes, os cenários mudam freneticamente, onde a sociedade participa mais (ainda timidamente, mas já se apodera do direito de voz), onde a massa tem mais acesso às informações, uma boa parte de organizações e por sua vez seus gestores ainda não acompanham o ritmo dessa verdadeira  metamorfose.
Não é raro encontrarmos empresas onde os colaboradores são vistos como engrenagens e setores como parte de uma máquina pouco complexa, o que não reflete a realidade de nossos dias.
Muitas empresas sabem até a “ladainha” bonita que todos sabem: “- Precisamos de gente que traga inovação, que saiba liderar, que vista a camisa em prol de nossa missão e de nossos valores”. Tenho por certo que você, assim como eu, já ouviu muito isso em seleções.
Agora vamos partir para a prática. Se você teve a oportunidade de entrar numa organização onde a gestão é pouco profissional, onde as características (missão, visão, valores e metas) dela ainda nem fora estudadas e transmitidas de forma concreta e onde setores são confundidos, com certeza você, meu caro eterno estudante de gestão, saberá que sua formação em Administração faz toda a diferença.
Tenho observado que os índices que órgãos como o Sebrae e Universidades publicam são notórios: tem muita empresa má gerida! Em outras palavras, como existem maus gestores.
Como agregar valor ao trabalho, a empresa, aos produtos e/ou serviços de uma organização sem antes validar o bem mais precioso de qualquer uma delas, as pessoas?
Pessoas sim fazem a diferença.
Atrair boas pessoas, bons profissionais tem sido bem difícil é o que as consultorias de RH e mídias falam e concordo, sim, o mercado é carente de gente preparada.
Mas é fato que tem muitos bons profissionais que não conseguem se encaixar em uma oportunidade ideal.
Tem dois lados nessa balança: empresas atraentes e profissionais bem preparados.
Uma empresa que não se vê como parte de uma cadeia social, no mínimo é ingênua na busca de lucro. E eu conheço várias empresas (e empresários) que ainda não alocaram como relevante seu papel social.
Quero convidar você a fazer diferença.
Vamos vestir a camisa de uma ordem onde negócios e sustentabilidade caminhem juntos.
Onde o verde do marketing não seja só de campanha, mas em realidade.
Grandes empresas sérias conseguem investir em potencialidades humanas. Empresas pequenas também podem e você, profissional da gestão, também pode despertar uma consciência coletiva, sócio responsável, humana e isso dá lucro, sempre dá.