quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Revitaliza Centro e a preparação de Fortaleza para 2014



Fortaleza será uma das sedes dos jogos da Copa de 2014. Para isso muitas medidas estão sendo tomadas no intuito de melhorar a infraestrutura de nossa capital, não somente no estádio Castelão e seus contornos, mas na revitalização do Centro, proporcionando a melhoria do tráfego, da acessibilidade e mobilidade dos cidadãos, com atenção prestada também para aqueles que possuem alguma limitação física e para a cadeia financeira que se estabelece na região.



O Programa Revitaliza Centro conta com seis projetos que são voltados para a humanização e cidadania, promovendo ações que (por meio de redes e parcerias do Governo e iniciativa privada) criam uma esfera  inclusiva, cultural, socioambiental, educacional e de solidariedade.



O diferencial desse programa (que está sob a orientação de Adriana Araújo, coordenadora dos projetos sociais da Fundação El Shaddai/FATECI) é o foco que é dado ao cidadão, uma vez que o objetivo maior é proporcionar ao fortalezense a oportunidade de formação e promoção de cidadania através das ações dos projetos firmados, como o projeto Central da Mulher, realizado em março, ação social transdisciplinar de promoção da saúde da mulher.
Os objetivos específicos do Revitaliza Centro, são:
·         • Valorizar atitudes educativas, inclusivas, culturais, socioambientais e de solidariedade;
·         • Promover encontros, eventos e ações voluntárias;
·         • Facilitar a comunicação intersetorial do 1º, 2º e do 3º Setor;
·         • Unir projetos educacionais, sociais, ambientais e culturais;
·         • Trabalhar o lado humano e social dos envolvidos;
·         • Capacitar multiplicadores que chamaremos de Agentes Revitalizadores.

Para o alcance dessas metas, fóruns têm sido realizados como o último, Fórum Viva Centro, que debateu a situação dos 2.626 ambulantes que ocupam o quadrilátero do Centro formado pelas ruas Sólon Pinheiro, Imperador, Duque de Caxias e João Moreira.
Nele foram propostas medidas que viabilizem a acomodação dessa importante rede econômica da cidade.

Os benefícios que as medidas de programas colaborativos como o que apresentamos aqui, podem render muitos bons frutos como maior empregabilidade, atração turística e desenvolvimento intelectual. 


Você, estudante, empreendedor, empresário, representante do 3º setor precisa fazer parte! Contribua com suas ideias!
Participe do próximo fórum Viva o Centro que debaterá a Mobilidade, no dia 31 às 9horas, na FATECI (Faculdade Tecnologia Intensiva) - Rua Barão de Aratanha, 51, Centro.

Para conhecer mais sobre o Programa, siga o twitter da organização no @revitalizadores e acesse o site do  REVITALIZA CENTRO

sábado, 15 de outubro de 2011

Geração Y




Dentro das reformulações que estou fazendo neste blog, mudanças feitas aos poucos, diante do pouco tempo disponível, decidi criar uma série de postagens falando da geração Y, citando personas que conheci e que de certo modo, tornaram-se referência na minha caminhada rumo ao conhecimento.

Novo Setor


Nos últimos meses, graças ao Quartel Digital que organizou aqui no Ceará o Curso de Certificação nos #8ps do Marketing Digital (com Conrado Aldolpho), conheci uma galera jovem aqui de Fortaleza que vem desempenhando um trabalho que passei a acompanhar quase que diariamente por tratar de assuntos pertinentes à gestão, marketing e similares. É o pessoal do Novo Setor, que assim como eu, são estudantes de Administração.

O Novo Setor, nas próprias palavras deles, “surgiu na cabeça de alguns estudantes de administração que decidiram unir essas duas áreas para gerar conteúdo online relevante sobre as novas tendências de gestão. Nós da geração Y estamos cada vez mais conectados com as mídias sociais. Queremos mais agilidade e inovação. Buscamos aprendizado, desenvolvimento e reconhecimento. Nos importamos com as causas sociais e queremos fazer a diferença na sociedade através dos nossos talentos. Esse é o propósito do Novo Setor: A administração nas mãos dessa nova geração! Empreendedorismo, marketing, mídias sociais, liderança, inovação e as novas tendências sobre gestão estarão sempre presentes por aqui”.

Encabeçado por Pedro Pamplona @Pedromcp, Iara Veras @IaraVeras, Natercia Melo @naterciamelo, Daniel Paulino @DanielPaulinoS  e Saulo Andrade @onetworker, o site traz temas ligados à comunicação, projetos, gestão, marketing, novidades tecnológicas e toda gama de assuntos que nós da geração Y estamos já habituados a buscar entender.

Uma das características mais marcantes de nossa geração, é que possuímosespírito empreendedor e somos abertos às mudanças organizacionais, ao contrário das gerações passadas. Trabalhamos para viver e não vivemos para trabalhar (você já ouviu esse jargão), pois tentamos equilíbrio entre a vida pessoal e a vida profissional. Somos dependentes de nos acharmos inseridos e termos visibilidade, corremos atrás do que planejamos e para nós sonho e projeto de vida são sinônimos. Cremos que as ideias inovadoras causam impactos sociais e acreditamos num futuro melhor, conquistado pela contribuição responsável de cada um.
Eis um grupo que exemplifica bem quem é nossa geração!
Confiram o site da galera e os sigam no Twitter!
Entre pela porta da interação, afinal o futuro é colaborativo!

Grande abraço! 



Geração Y 1


Uma turma muito bacana que merece destaque é a responsável pelo maior congresso de Administração do nosso estado.
A equipe formada por Joélio Barreto, Fabiana Magalhães, Joelma Cunha, Luciana Serafim e Carlos Antônio acadêmicos do curso de Administração de Empresas da UVA-Campus CAMOCIM-CE, realizou o primeiro congresso Administrar em 2010, reunindo na época cerca de 400 estudantes cearenses e inclusive de demais estados nordestinos, além de promissores palestrantes da região e já conhecidos nomes do Encontro Regional dos Estudantes de Administração -EREAD.

Com o sucesso da primeira edição do evento, o Administrar 2010, a ideia inicial cresceu e neste fim de semana, na bela cidade litorânea acontece o Administrar 2011, com um buzz muito maior, com a participação de mais palestrantes, uma maior presença nas redes sociais e layout novo.
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São presenças ilustres o jovem Rodrigo Solano, vencedor do último Aprendiz da TV Record, Jussier Ramalho, já consagrado  pelo Best Seller Você é sua melhor marca e outros promissores e já queridos do público como o Professor Marinho e Marcos Rodrigues.

Quem participa do congresso já sabe da experiência ímpar que se vive: palestrantes que alertam sobre as mais novas formas de gestão, consultoria, novos cases, oportunidade de networking, amizades e parcerias para novos projetos.

Aliás, já se sai do Administrar com a cabeça cheia de informações e com impulsos para o empreendedorismo. E esse é um dos propósitos desse evento: criar/propiciar às mentes de nossos jovens estudantes uma veia empreendedora, colaborativa, que enxerguem as novas oportunidades que o mercado apresenta.
Mas não é só de palestras e debates que é feito o administrar. Também conta-se com festas para descontrair essa galera desinibida e permitir a interação entre os congressistas. E o melhor, nos belos cenários, regados pelo mar que só tem aqui no Ceará.
Além dos estudantes, quem lucra bastante é a cidade, que é linda e merece ser visitada pelo forte potencial turístico que apresenta: lindas praias, pousadas e hotéis para todos os perfis econômicos.
Se você se interessou pelo congresso pode começar a conversar com a equipe que o organiza e já começa a fazer o planejamento com seus amigos para fazer parte do Administrar 2012!

Conheça o site da edição Administrar 2011

Logo, logo você pode conferir a opinião de minha repórter exclusiva Fernanda Farias e conferir o que ela achou. Volte sempre! 


domingo, 9 de outubro de 2011

Até quando?


Assistindo alguns programas na televisão, minutos atrás, não tive como não me encher de um sentimento de incapacidade e impotência diante do fato de não podermos ou de não estarmos condicionados a fazer algo, a reagir.
Nada fazemos quando alguém desnorteado, bêbado e irresponsável provoca um acidente de carro. É só uma fatalidade, como sempre e corriqueiramente acontece...
Nada quando rios de dinheiro público (nosso dinheiro tão suado) são desviados para fins não públicos, mas pessoais e o pior, por aqueles que pomos como nossos representantes e a quem concedemos poder.
Nada quando nossas florestas são invadidas por fazendeiros, madeireiros e garimpeiros, quando o fogo as consome e nossos índios são mortos quando submetidos a vírus do homem, do pobre homem que sob a ganância dos soberbos e ricos rumam uma trajetória triste, muitas vezes escrava e que envergonha nosso país no seio da terra ou em acampamentos rudimentares.
Nada quando milhares de quilômetros de matas são ameaçados pela necessidade de energia que o Brasil precisa para crescer. Mesmo quando pomos em risco a biodiversidade e povos locais. O que falar de Belo Monte? Um monte de mentiras?
Nada quando alteram as dezenas de PLs de um código florestal que não assegura continuidade à proteção já tão imperceptível.
Nada, nada fazemos.
Nada fazemos quando vemos propagandas pouco confiáveis revelando que a Educação deu um salto nos últimos anos e testemunhamos o fracasso e escassez de mão de obra em nossos postos de trabalho; quando os professores são confundidos com salteadores, até por necessidade para ver se alguém olha e diz: “Puxa, eles merecem sim um aumento de salário, merecem respeito!”. Mas isso só depois de confronto, de sangue. Quem vai esquecer dos últimos dias de greve dos professores estaduais do Ceará? Poucos lembrarão ano que vem!
Nada fazemos quando estamos em algum terminal e mesmo sob o estresse daquela aglomeração das “latas de sardinha” (os ônibus), surge alguma mãe com uma criança pendurada nos peitos moles sugando o que resta de leite. No máximo nos compadecemos e damos poucos centavos, enquanto na TV e mídias em geral os governos querem criar uma realidade boba de “está tudo bem”.
Nada fazemos quando vemos a morte nas filas de espera nos hospitais sucateados e de profissionais mal remunerados.
Nada fazemos até vivenciarmos o caos e descobrimos a triste tônica desta vida: existem aqueles que montam e aqueles que são montados.
Até em que ponto nos deixamos montar? Até em que momento vamos fingir que está tudo calmo?
Resposta: até o momento em que de fato formos direta e pessoalmente afetados.
Temos muito a aprender. Muito a empreender. Mas enquanto não nos focarmos em sermos melhores humanos, em nada obteremos êxito. Todos os esforços serão nulos.
Ativistas australianos acima, na primeira figura. Na segunda, brasileiros.

O que queremos e o que fazemos para conquistar o que sonhamos...

Qual a mudança que você espera? 
Quais as mudanças você já provocou?

No mundo de mudanças cada vez mais frenéticas, a dica é sempre ser mais maleável.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

A nova era das revoluções. Pense bem, você já está nela!


Anos atrás, como todo nascido no início da década de 90, quando assistia a documentários que exaltavam os cara-pintadas, os brasileiros plantados em Brasília pela Constituinte de 1988 (redemocratização como gostam de marcar entre os anos de 1985-1990), quando lia em livros de História contemporânea, a luta do povo por melhoria e ideais libertários, quando conheci o Cálice do Chico Buarque ou o Que país é este do Legião Urbana, eu dizia pra mim mesmo que “ainda bem que hoje as coisas caminham mais calmas”.

Ainda bem que hoje penso diferente e vivemos, você e eu um momento em que nossos filhos daqui a 20 anos lerão nos tablets deles, numa escola totalmente renovada (quem sabe outra criação mais mirabolante), a situação de nosso mundo, as revoluções pro-democracia no Egito, as lutas na Líbia, o confronto por salário mais justo dos professores estaduais “versus” policiais do Batalhão de choque aqui em Fortaleza – que na verdade parecia mais para quem está de fora que era o estado contra os servidores.

Ou seja, meu desejo infantil bobo de luta, ao ler as postagens no FB, ao ler nos jornais os acontecidos pelo mundo, ao encontrar os novos milhares de poetas da realidade digital, que nem 200 Pinochet em centenas de anos de ditadura conseguiriam matar, foi saciado.
Vivemos num mundo de lutas, armadas ou não. Um mundo onde ainda existem sonhadores pelo simples ato de falar o que se pensa e sente, apenas por desejo de liberdade.

É certo que estamos sujeitos a mais preocupações do que a gama de títulos “honoris causa” do Lula. Mas o que move nossas vidas é o sonho de dias melhores, de uma sociedade mais humana.
O que nos move é o sonho em todas as suas vertentes.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Pois é, sua aparência ainda importa muito!


Ontem, numa conversa com uns novos conhecidos que fiz contato (candidatos a um novo trabalho, como eu), falávamos de aparência, de estilo de vida, carreira, religião, esporte e essas coisas que assombram ou embelezam nossa vida.
Conversamos do desejo simples de se ter uma tatuagem, de manter o cabelo mais cheio de personalidade e essas características que alguns jovens gostam como a de manter um certo estilo.
Falávamos sem pretensão nenhuma de se sobrepor acima da opinião do outro, mantivemos certo respeito pelo lado de cada um, até chegar nas revelações de que um tinha tirado o piercing da língua e da orelha, o outro tinha cortado o cabelo dread, outro  estava vestido diferente do que gosta.
Chegamos a conclusão muito óbvia de que ser quem se é, deve ser muito dosado quando se quer inserir no mercado de trabalho. Apesar de toda uma transformação, da abertura mental da sociedade (mudanças notáveis ou não, mas existem), de uma maior flexibilidade das ideias... Afinal, as mentes mais revolucionárias eram diferentes em seus hábitos e até sua aparência...
Mas não sentimos isso, não se vive isso. Eu, apesar de defender a liberdade, gosto mesmo de coisas bem acertadas, de ambientes mais formais, mas sei que é opinião minha, é uma vivência e desejo meu. Por isso nós jovens percorremos tantos caminhos, tantas seleções e entrevistas, tantas e tantas “pernadas” em busca do emprego na empresa certa para cada tipo de gente. O que vale é a criatividade nesse mercado maluco.
Encontrei nesse sentido, uma pesquisa na Revista Você S/A, edição 158, de agosto deste ano: Aparência impede o progresso.
“Desempenho fora do comum não basta. Para conquistar uma promoção, é preciso estar com ‘aparência em dia’. Uma pesquisa do CareerBuilder, site americano de empregos, lista as 11 características pessoais que mais barram o avanço da carreira:
Piercing                                 à 37%
Mau halite                            à31%
Tatuagem visível                    à31%
Uso de roupas amassadas        à 31%
Cabelo despenteado                à29%
Roupa muito casual               à28%
Excesso de perfume               à26%
Excesso de maquiagem          à22%
Baia/Escritório bagunçado      à19%
Unha mordida                       à 10%
Excesso de bronzeado             à 4%

Percebemos que ainda devemos ter muita atenção na hora de nos portarmos diante do empregador, uma vez que as seleções que somos submetidos são cada vez mais rigorosas, lógico que depende do emprego e do ambiente de trabalho.
Cabe aqui a visão do candidato que deve saber situar-se e agir de acordo com a situação. A melhor certeza é a sobriedade e manter seu foco.
Um outro ponto que quero tocar é a questão das seleções. Pessoas como eu, que buscam informações constantemente, que leêm sobre o assunto pertinente à busca de emprego e qualificação, passam pelo menos uma ou duas vezes na vida por um certo susto. Lemos coisas que deixam nossa mente condicionada a ver as seleções e selecionadores, entrevistas, das triagens ao retorno final (quando existem, em caso negativo) do modo diferente e muitas vezes longe da realidade.
Infelizmente a maioria das empresas não "perdem tempo" para dizer que infelizmente naquele momento você não demonstrou aptidão compor o quadro de colaboradores.
Simplesmente os RHs, DHs e similares departamentos esquecem que você se dispôs a estar ali, as vezes por semanas para ouvir que não tem o perfil que procuram.
São entrevistas que não medem sua capacidade mental, muito menos seu conhecimento, provas que nem sempre indicam o melhor profissional... é uma queixa não só minha, mas de uma série de jovens formandos e recém formados.
O que não pode é parar porque nas buscas demasiadas, encontraremos nossa oportunidade. O segredo é qualificar-se, é não medir esforços para lutar pelo seu espaço e, quando a oportunidade certa surgir, fazer valer a pena.
Só não pode é se tornar um profissional no futuro como o que você e eu criticamos hoje. Afinal somos uma nova geração e queremos um novo mundo.